Bom, parece que os meus últimos posts estão gerando polêmica.
É, estou aprendendo com o
Kid.
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O último post a gerar polêmica foi o do
MODERNISMO.
Há quem defenda o estilo - minoria - e quem tenha a mesma opinião que eu - maioria.
Para mostrar os dois lados da moeda, vou colocar aqui a opinião de alguém que GOSTA do movimento e tentarei rebatê-la com argumentos meus, instituindo assim um debate civilizado (nossa, que linda ficou essa frase!)
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Cara, quem não saca essas poesias precisa reler o livro de história.
Senhor Feudal é antimonarquista
Amor é sobre a piada que é amar (duhh, Dexter!)
E por aí vai
É básico. E quem interpreta poesia interpreta qualquer coisa. E poesia não é coisa que se prende à sonetos ou coisas em medidas antiga e nova, e o mais legal: qualquer ordem é poética depois dos concretistas(que eram realmente uma merda).
Aliás, devo ter afirmado o óbvio qdo expliquei os textos do Oswald, mas dane-se.
Mas, gostos são gostos. Lamentável alguém que escreve bem não gostar de poesia.
Dante "JW" | Homepage | 05.03.04 - 3:57 am | #...
Não é que eu não goste de POESIAS, Dante.
Eu até gosto. O que eu não gosto mesmo é especificamente das poesias do Modernismo.
E tipo. Eu entendi a poesia, cara. Graças a Deus não tenho problemas com interpretação. Eu SEI o que as poesias quiseram dizer. Eu SEI que o Brasil era monarquista. Mas não é por isso que vou classificar estas frases soltas como ARTE.
O fato é que essas poesias não dizem nada mais que não tenha num mero livro de história de quinta série. Nada mais. Elas apenas dizem o que todo mundo já sabe em pretensiosos estrofes protegidos pela alcunha de modernistas.
AMOR.
humor.Você chama isso de arte?Certas poesias são tão ridículas que não há como não achar graça.
Sim, você pode dizer que elas tem todo um contexto histórico e blablabla, mas não há como negar que QUALQUER UM poderia ter escrito estes versos.
Eu, você, QUALQUER UM.
Até a
ROXY poderia ter escrito estes versos.
E outra.
Se eu escrevesse algo parecido, ririam de mim. Ou então diriam que eu sou maluco e me internariam. Ou então as pessoas me apontariam na rua e minha mãe me deserdaria.
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Ok, exagerei UM POUCO.
Mas como quem escreveu foi Oswald de Andrade, o cara é um gênio.
Coisas da nossa literatura.